Butantã

O mais conhecido cemitério israelita de São Paulo foi inaugurado em 1953. Na época, a Chevra Kadisha já não teve de enfrentar as mesmas dificuldades quando da abertura do Cemitério Israelita da Vila Mariana.

Conforme relato do livro Associação Cemitério Israelita de São Paulo 85 Anos: patrimônio da história da comunidade judaica e da cidade de São Paulo, com a promulgação da Lei Municipal nº 4.100, em setembro de 1951, diminuíram as restrições para a abertura de cemitérios particulares e as instituições gestoras passaram a ter mais liberdade de estabelecer seus regulamentos.

Num primeiro momento, porém, a distância do centro da cidade, as instalações precárias e a dificuldade de acesso numa época em que poucas pessoas tinham automóvel, fizeram com que as famílias preferissem sepultar seus parentes na Vila Mariana.

Com o passar dos anos e o esgotamento da vida útil do Cemitério Israelita da Vila Mariana, a comunidade se acostumou ao Butantã, que se tornou um importante centro de homenagens e cerimônias judaicas, principalmente após a inauguração do Monumento em Memória às Vítimas do Nazismo, em 1974.


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